
COMPETÊNCIAS DE COMUNICAÇÃO NA RELAÇÃO CLÍNICA
COMO COMUNICAR COM O DOENTE?
UM LIVRO FUNDAMENTAL PARA QUALQUER PROFISSIONAL DE MEDICINA
PREFÁCIO DE JÚLIO MACAHADO VAZ
Comunicar com crianças é diferente de o fazer com idosos. Transmitir más notícias a um doente não pode ser feito da mesma forma do que com um doente que nega evidência científica. Comunicar com um incapaz de falar não é igual a comunicar com um em fim de vida. E com um estrangeiro? E comunicar o erro médico? Como comunicar em Medicina?
«A prática de cuidados de saúde é um encontro entre vulnerabilidades. Reconhecer a humanidade do outro, respeitar o seu contexto, validar as suas emoções e garantir espaço e tempo para a sua narrativa são condições para uma intervenção eficaz. Profissionais que escutam, acolhem e comunicam com autenticidade aumentam a qualidade dos cuidados e reduzem o sofrimento evitável. (…) É através da comunicação que se constrói a relação, se compreendem as necessidades da pessoa e se tomam decisões que integram a evidência científica com a singularidade de cada um.»
«NA SAÚDE, COMO EM QUALQUER OUTRA ATIVIDADE COM IDÊNTICO NÍVEL DE COMPLEXIDADE, PRECISAMOS DE MAIS PROFISSIONAIS E DE MENOS MISSIONÁRIOS, DE MAIS ORGANIZAÇÃO E DE MENOS VOLUNTARISMOS, DE MAIS REFLEXÃO E DE MENOS AUTOMATISMOS.»






